BRITUS

O criador do BRITUS é o proprietário da Quinta do Paço de Cima, em Brito, Guimarães. Chama-se José Manuel Garcia e é médico de profissão, que exerce no concelho de Valongo, onde habita. Por motivos profissionais não pode assumir a fiscalidade do negócio, pelo que esta foi assumida pelo seu filho Filipe Garcia, estudante de Contabilidade e Administração no ISCAP, que o auxilia na parte financeira e fiscal. Por motivos de segurança e higiene, o BRITUS não pode ser visitado. Excepto no momento da compra. Mas as fotos e vídeos que adornam este site são reais e mostram de facto o BRITUS no seu ambiente natural.

Empenho

O criador do BRITUS é médico, pelo que tem facilidade em compreender a linguagem técnica associada à criação deste animal.

Informa-se sistematicamente sob todos os aspetos da criação, procurando as melhores fontes de informação (peritos).

O BRITUS é tratado com o mesmo empenho e cuidado que qualquer animal doméstico de companhia.

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Metodologias

Que Água bebe o Britus?

A água para abeberamento dos perus provem de um poço situado dentro da quinta, até então utilizado exclusivamente para rega. No entanto, sem a análise adequada, a sua utilização não seria segura, quer para o consumo dos perus como para o consumo do próprio pessoal da Quinta (proprietário e colaboradores). Assim, procedeu-se a análise da mesma no Instituto Ricardo Jorge, no Porto (análise química e análise bacteriológica). Os resultados foram surpreendentemente positivos. Quimicamente era pura. Sem sulfatos, sem nitratos, sem nitritos. Apenas um pH relativamente baixo, mas característico da sua origem granítica, sem qualquer inconveniente para uso humano (pH = 6). E o que serve para as pessoas, serve para os perus. Nenhum tratamento seria necessário. A análise bacteriológica revelou “Água Imprópria Para Consumo”, como era de esperar. Possuía Bactérias Coliformes Fecais, o que não era de estranhar dado o seu contexto rural (inquinação do lençol freático por fezes humanas e/ou animais). Procedeu-se ao seu tratamento com Hipoclorito de Sódio (a vulgar “lixívia”, mas mais concentrada) na dose recomendada: 0,1mg/dl - 0,2 mg/dl de cloro activo residual, avaliado pelo método da Escala Colorimétrica Comparativa

E procedeu-se a nova análise bacteriológica no mesmo laboratório. O resultado foi “Água Potável”. Na prática procede-se do seguinte modo:

Captação por bomba elétrica submersível e condução para as instalações através de canalização fixa subterrânea.

Filtração por filtro de lã acrílica (partículas em suspensão)

Enchimento de reservatório plástico com cerca de 1 metro cúbico

Adicionamento do volume adequado de Hipoclorito de Sódio

Teste colorimétrico

Filtração por filtro de carvão activado (remoção do excesso de cloro)

Distribuição pela canalização das instalações através de bomba elétrica.

A segurança do método dispensa análises bacteriológicas seriadas, que serão realizadas apenas anualmente. Os animais são abeberados por bebedouros amovíveis, estando em curso obras para distribuição automática da mesma.

Porquê Ração?

Na natureza os perus alimentam-se de sementes, vegetais, insectos e outros pequenos animais. A ecologia própria da natureza garante a satisfação das suas necessidades alimentares. Nomeadamente em termos dos seus componentes, como proteínas, hidratos de carbono, gorduras, vitaminas, oligoelementos, etc. Em criações industriais as coisas passam-se de forma muito diferente: o criador tem de assegurar aos seus animais a totalidade das suas necessidades alimentares. Daí a necessidade de se utilizarem RAÇÕES. As rações são fabricadas tendo por base o estudo das necessidades alimentares dos perus. Têm de assegurar o aporte de TODAS as substâncias necessárias, nas doses adequadas. O que não é fácil.

Exemplo: um dos primeiros bandos de BRITUS sofreu, em juventude, uma doença chamada “Perose”. A Perose caracteriza-se pela falta de força nas patas que não lhes permite andar e procurar alimento. Os animais acabam por morrer de fome. A situação foi rapidamente identificada e corrigida.
Causa: falta de ”BIOTINA” em dose adequada na ração utilizada na altura. A correção passou pela mudança da RAÇÃO e suplemento de BIOTINA e outras vitaminas na água de beber. Mas RAÇÃO não é apenas alimento, mas também, em alguns casos, antibióticos. E se estes não forem suplementados às RAÇÕES, nas doses adequadas, o bando não sobrevive. Ou serão necessárias condições muito dispendiosas e complexas para o fazer sobreviver sem esse suplemento. O peru é muito sensível à doença chamada “COCCIDIOSE”. Não valem a pena as tentativas de não lhe fornecer COCCIDIOSTATICO porque morrerá de diarreia ainda em juvenil. Infelizmente isso era a regra no início desta criação, há alguns anos atrás. Todas as (outras) condições estavam garantidas, mas os perus morriam quase todos entre a 4ª e a 6º semana. Tal como diziam os livros técnicos. A RAÇÃO que alimenta o BRITUS após as 16 semanas de vida não é suplementada com qualquer Coccidiostático, pelo que a partir dessa idade pode ser abatido e consumido em qualquer altura, sem necessidade de quarentena alimentar.

A este propósito consultar os seguintes sites:

As Peruas têm tratamento diferente.

O que é um Bando?

Um bando é um conjunto de animais da mesma espécie, aproximadamente da mesma idade e com o mesmo estado imunológico. Por estado imunológico entende-se a quantidade e qualidade das suas defesas orgânicas. Na prática, este estado imunológico obtém-se fazendo com que os animais vivam juntos uns dos outros, estejam sujeitos aos mesmos factores ambientais e transmitam, uns aos outros, as suas próprias defesas. Esta situação facilita o seu controle sanitário: quando um elemento do bando contrai uma doença, sabe-se que todo o bando a vai contrair, pelo que se tratam todos de imediato e ao mesmo tempo.

Exemplo: alguns perus dum dos bandos do BRITUS apresentaram diarreia de instalação súbita. Nesse mesmo dia deu-se início ao tratamento adequado. A diarreia passou tão depressa como começou e a saúde do bando não foi afectada. Actualmente o BRITUS está distribuído por três bandos, vivendo em capoeiras distintas.

Um dos bandos é constituído exclusivamente por fêmeas.

Porquê da Separação das Peruas?

Não pode haver contacto físico entre machos e fêmeas, para se evitarem as lutas entre machos pela posse das fêmeas.

Mas há outra consequência, para além da paz no bando – os ovos.

Se as peruas forem alimentadas com a RAÇÃO utilizada nos machos, os seus ovos, muito saborosos, não podem ser consumidos por apresentarem vestígios de COCCIDIOSTÁTICO impróprio para consumo humano. Assim, a partir do início da postura, as peruas são alimentadas com ração de galinhas poedeiras, isenta de produtos desadequados ao consumo humano. E os seus ovos podem ser consumidos em perfeita segurança.
São estéreis. Nunca darão pintos…

Qual o Controle Sanitário?

O BRITUS é visitado regularmente por veterinário especializado em saúde de aves de capoeira - Dr. Fernando Trajano Lima, de Braga, com o contacto 917587176 / 932939442.
A exploração do BRITUS está registada na Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAP Norte) sob a marca "PTAZA4Z8-V".
O BRITUS está sujeito ao controle sanitário de rotina determinado por legislação e executado pela DRAP Norte.

Os animais vendidos vivos não são obrigados a controle sanitário pré-abate. A saúde do animal é perceptível pelo seu aspecto e vitalidade.

Qual o Substrato?

O Substrato é o chão ou cama que o BRITUS pisa. Deve ser adequado a vários fins: conforto, isolamento térmico, sequestro de fezes e urina. Todos estes requisitos se obtêm com a utilização de fitas de madeira seca não tratada, que se obtêm no comércio em volumes prensados ou em boas oficinas de carpintaria e/ou marcenaria.

As condições são poucas mas importantes:

têm de provir de madeira seca (sem resina)

têm de provir de madeira não tratada (sem aditivos químicos)

têm de provir de madeiras brancas (sem taninos).

Tanto a resina, como os aditivos de tratamento como os taninos, embora estes sejam “naturais”, constituem tóxicos para os perus porque estes, por vezes, bicam e comem fragmentos de substrato.

A cama do BRITUS é regularmente mudada e constitui um ótimo adubo para a Quinta do Paço, não só para os cereais que eles próprios irão comer, como também para todos os outros produtos cultivados e utilizados na alimentação do criador e seus colaboradores.

Como nos Encontrar

Preçário: Perú Adulto - 2,50€/kg

Preencha o formulário sem compromisso e será contactado posteriormente.

Formulário de Contacto

Informações: geral@perusbritus.com

José Garcia (Proprietário da Quinta/Responsável pela Criação):
josegarcia@perusbritus.com - 917680771

Filipe Garcia (Fiscalidade e Gestão):
filipegarcia@perusbritus.com - 915607157 / 916061341

História

O peru cinzento, também conhecido como peru pedrês, peru mamute ou peru bronze, é a variedade de peru mais próxima do peru selvagem.

Originário da América do Norte, faz parte do folclore local. De facto, para além de ser comestível – muito saboroso, por sinal – os índios da América do Norte adornavam-se com as suas penas. Os toucados de guerra e cerimoniais dos chefes índios eram feitos com as penas dos perus. Assim como a característica pena que adornava a cabeça dos índios, em combate e fora dele.
Foi descoberto pelos primeiros colonizadores europeus no século XVI.
Há autores que afirmam que o peru que se cria na Europa é originário do México e não da América do Norte.
Mas seja qual for o país de origem do peru, este foi depois trazido por esses colonos para a Europa. No entanto havia algumas dificuldades na sua adaptação, pelo que era um animal raro e só digno da mesa de reis e pessoas ricas.
No entanto os europeus conseguiram criá-lo e acabou por dar origem a diferentes variedades, algumas muito raras e só criadas para exposição. As duas variedades mais comuns são o peru cinzento e o peru branco.

O peru branco tem grande valor comercial. É um animal de crescimento rápido e é criado industrialmente em aviários. É o peru que se encontra à venda nos hipermercados.
Os apreciadores preferem o peru cinzento, se possível criado ao ar livre. Não tem o valor comercial do seu primo branco porque tem um crescimento mais lento e é mais caro. Mas dizem que a sua carne é mais saborosa. Será como a diferença entre os frangos do aviário e os (verdadeiros) frangos do campo.
Se deixado crescer, o macho pode atingir cerca de 15 Kg. A fêmea é mais pequena. No entanto, a melhor idade para o seu abate para alimentação será entre os 6 meses e 1 ano, altura em que o macho poderá pesar cerca de 12 Kg e a fêmea cerca de 6 Kg. Não há grande diferença de sabor entre machos e fêmeas.
É um animal muito pacífico e facilmente se deixa tocar, nomeadamente se estiver habituado à presença de humanos.
A principal característica do peru é o canto de cortejamento do macho. Trata-se do característico glu-glu-glu. Assim como o apêndice que se destaca no macho a partir da base superior do bico em caso de cortejamento ou em postura de combate.
A voz da fêmea é mais subtil e o seu piar teria sido utilizado na saga “Parque Jurássico” para dar voz a alguns dinossauros de pequeno porte.
Outra característica do macho é um tufo de pêlos na parte alta do peito. Trata-se dum chamariz sexual.

Na natureza o peru alimenta-se de plantas, sementes, insectos e outros pequenos animais. Em grandes explorações industriais é alimentado com rações adequadas. Mas o ideal é que os perus se alimentem também de forma natural, pastando tranquilamente em cercados semeados propositadamente para eles (trevo e outras plantas herbáceas).
O peru cria-se em bandos. Na natureza são constituídos por um macho, algumas fêmeas e os respectivos pintos. Em criações industriais faz-se a separação de sexos, para evitar combates entre machos pela posse das fêmeas.

Como qualquer ave, os perus reproduzem-se por ovos. Cada postura tem cerca de 10 a 20 ovos que a fêmea choca durante 26 a 28 dias.
A perua é uma esplêndida chocadeira. Durante o choco quase não abandona o ninho. Mal se alimenta e em explorações caseiras quase que é preciso tirá-la do ninho para que se alimente.

Industrialmente o choco é artificial (chocadeira) com bons resultados se cumpridas algumas regras importantes, operado em grandes instalações para milhares de ovos simultaneamente. Os pintos, do tamanho aproximado dum pinto de galinha, são muito sensíveis à temperatura e se não forem aquecidos convenientemente morrem com muita facilidade. Mas se forem mantidos à temperatura conveniente e abrigados de correntes de ar desenvolvem-se depressa. Os criadores industriais têm instalações próprias e adequadas para que os pintos ultrapassem com sucesso esta fase crítica da sua existência.

BRITUS

O “BRITUS” é o nome do peru cinzento criado na Quinta do Paço de Cima, em Brito, Guimarães. Daí o nome que o criador lhe deu. O objectivo do nome é que amanhã as pessoas digam “eu comi um BRITUS”, referindo-se a este magnífico peru.

O BRITUS nasceu dum hábito antigo do seu criador. Este, desde quase a sua infância, come peru assado no almoço do Dia de Natal. Que, naturalmente, era comprado no comércio normal (peru de aviário). Desde que ele se tornou proprietário da Quinta do Paço de Cima, em Brito, Guimarães, tem criado um ou dois perus para consumo no Dia de Natal. Comprava-os meio crescidos em Junho e engordava-os para serem abatidos no Natal.
Até que decidiu criá-lo desde o choco. E de imediato decidiu criá-lo de forma mais ou menos industrial para eventual comércio. Não foi fácil porque o peru jovem é muito sensível. Mas rapidamente adaptou a sua exploração às necessidades das jovens aves, ao ponto de a sua sobrevivência ser praticamente 100%.
No entanto, quando preparou a sua inscrição como produtor de peru para engorda junto da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte foi confrontado com as exigências legais das condições de choco, que entendeu desadequadas para uma pequena/média exploração, pelo que optou pela sua importação em fase de pinto recém eclodido através dum aviário industrial português. Origem dos animais – França.

A importação é realizada em data que lhe permita ter os perus prontos para abate nas alturas de maior procura – Natal e Páscoa.

Os pintos, com a idade que pode variar entre 1 semana e 4 semanas (dependendo das condições de importação), são colocados numa sala adequadamente aquecida onde vão viver as dezasseis semanas seguintes. Só depois disso é que lhes é permitido a acesso ao exterior.
A partir de então, o BRITUS vive grande parte do dia ao ar livre, num cercado construído para ele.
A sua alimentação é constituída, em grande parte, por ração adequada, ao que junta milho de cultivo na própria quinta, e vegetais frescos semeados propositadamente no cercado para a sua alimentação (leguminosas como o trevo e outras plantas herbáceas).

Porquê ração? Veja nas nossas Metodologias!

As peruas adultas põem ovos. Como não têm contacto com machos, os ovos são estéreis. Estes ovos podem ser consumidos como se se tratassem de ovos de galinha. São maiores e muito saborosos. Deve ter-se atenção porque a sua casca é mais grossa e não abre com facilidade!

O BRITUS é vendido vivo. O seu criador não possui alvará para o seu abate. Esta postura cumpre disposições legais. De facto, o abate implica condições técnico-sanitárias para o abate e um mecanismo para o tratamento duma grande quantidade de vísceras, o que, na actual condição de funcionamento da quinta não é rentável. Mas a técnica de abate e de evisceração é a mesma que a de qualquer galinha de bom porte, pelo que é fácil que cada consumidor, alertado, proceda ao arranjo do animal na sua própria habitação.

É comum – não passa de folclore, mas é interessante – embebedar o animal antes do seu abate. A grande vantagem deste hábito é que o animal não sofre da ansiedade provocada pelas movimentações do próprio abate. Se a carne fica mais saborosa, isso fica ao critério de cada um. Da mesma forma fica ao critério de cada a utilização do seu “bagaço especial” ou de uma simples bagaceira particular ou comercial. O criador do Britus prefere beber, ele próprio, uma boa bagaceira e depois proceder ao abate do animal...

O Galo BRITUS

O Britus também é um Galo.

O Galo Britus é português de gema. O Galo Britus pode ser de várias variedades. Mas sempre Português.

Porquê um Galo Português?

Porque o seu criador tem uma paixão especial por esta variedade de galo. Porque são bonitos. Porque são altivos. Porque são combatentes. Porque são Portugueses.

Há várias variedades de galos portugueses.

O Galo Amarelo

É a variedade mais conhecida e a mais frequente nos capoeiros familiares. É bem conhecido o arroz de cabidela feito a partir deste esplêndido galo. É a variedade mais difícil de encontrar no estado puro.

O Galo Branco

Este galo nada tem a ver com o galo branco tipicamente conhecido com “galo de aviário”.

É uma variedade de galo de plumagem imaculadamente branca e também está ligado a algumas práticas pagãs de culto da fertilidade. Talvez por causa da sua cor. O branco simboliza a pureza. Assim, é comum oferecer um casal de frangos brancos a Santa Justa, considerada a padroeira da fertilidade, precisamente pelos casais que não conseguem descendência.

O Galo Pedrês

Este galo nota-se pelo padrão da sua plumagem: listado de branco e cinzento metálico. Carateriza-se também pela sua rusticidade e resistência, o que deu origem a vários provérbios como “galinha pedrês vale por três” ou “galinha pedrês, não a mates nem a dês”. A sua carne é de notável textura.

É um animal agressivo e corajoso na defesa do seu capoeiro.

O Galo Preto Lusitano

É conhecido pela delicadeza aromática da sua carne.

É uma ave completamente negra e desde tempos imemoriais, talvez devido à cor da sua plumagem, é utilizada em práticas de feitiçaria. Mesmo nos dias de hoje ainda se vêm práticas semelhantes. Em S. Bartolomeu do Mar, Esposende, no dia 24 de Agosto, cortejos de crianças transportando um galo ou uma galinha desta variedade, pedem a proteção divina contra as doenças demoníacas (possuídos pelo demónio) como a gaguez, a gota ou a epilepsia. A Igreja Católica abençoou este culto de origem profundamente profana.

O criador do Galo Britus defende a genuinidade das variedades portuguesas e não as cruza com outras variedades. Exceto para alimentação (muito mais baratos), mas estes híbridos estão completamente separados dos galos puros.

O criador do Britus empenha a sua Honra na verdade do que afirma, o que pode ser comprovado em visita à sua quinta.

Neste momento o Britus é um Galo Pedrês e um Galo Preto Lusitânico.

Fonte: AMIBA, Associação de Criadores de Bovinos de Raça Barrosã.

A AMIBA, entre outras vocações, faz o inventário zootécnico das variedades animais autóctones de Portugal, nomeadamente dos galos portugueses. Neste momento fixa as características das referidas variedades e pugna pela sua conservação em estado geneticamente puro.

Site: www.amiba.com.pt

Empenho

O criador do BRITUS é médico, pelo que tem facilidade em compreender a linguagem técnica associada à criação deste animal.

Informa-se sistematicamente sob todos os aspetos da criação, procurando as melhores fontes de informação (peritos).

Coordena e supervisiona todos os aspetos da criação, desde a escolha dos animais a comprar até à sua idade de abate, passando pela escolha e armazenamento das rações, tratamento da água de abeberamento, gestão dos bandos, vigilância sanitária, segurança das instalações, rotinas de cuidados, etc.

Os seus colaboradores empenham-se a toda a hora para a saúde e bem-estar dos animais, sofrendo quando algo não corre bem (percalço sanitário a exigir intervenção, ou mesmo a ocasional morte de algum animal, normalmente vítima de lutas e rivalidades impossíveis de conter).

O BRITUS é tratado com o mesmo empenho e cuidado que qualquer animal doméstico de companhia.

Como comprar um Peru vivo?

Ao comprar um peru vivo, se possível queira vê-lo no seu ambiente habitual. Observe a sua vitalidade, o seu aspecto geral, a sua altivez, a sua penagem lisa, maciça e brilhante e, se for macho, ouça o seu canto, que deve ser bem sonoro.

Se o vir defecar, observe se as suas fezes são verdes acastanhadas e pastosas mas moldadas. As fezes podem ser um pouco mais pastosas se a sua alimentação for muito rica em vegetais frescos. Isso é bom e é o caso do Britus.
Ao pegar nele, deve ser pesado para o seu tamanho (o que indica boa massa muscular, a parte comestível). Avalie as massas musculares, nomeadamente nas coxas, peito e base das asas. Verifique se são fortes e bem definidas. Palpe-lhe a quilha, osso situado entre as inserções das asas, que deve estar escondida nos músculos e bem coberta de pele com boa espessura.

Rejeite: perus com pouca vitalidade, penagem desalinhada e com mau aspecto, com diarreia, leves para o tamanho, com músculos moles e pouco definidos e com a quilha muito saliente, sem músculos e com pele fina a cobri-la. Este será seguramente doente.

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Alimentação de Perus para consumo Humano

Não seja fundamentalista quanto à alimentação de animais para consumo humano. Nomeadamente quanto à utilização de aditivos para controle de pragas e infestações.

Se o pretender ser, terá de praticar uma cultura biológica da alimentação que vai dar ao animal, cujo interesse não se põe em questão, mas ficará muito cara e, provavelmente não será a mais adequada.

A utilização desses aditivos é controlada por legislação europeia.

A este propósito, visite o seguinte site da Internet: http://www.pnpr.no.sapo.pt/contra2.ppt

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